Dê a
quem você ama: asas para voar, raízes para voltar e motivos para ficar. Dalai
Lama.
Muito comum são os relatos de empresários que ao
qualificar seus colaboradores, passam a se queixar que acabam por perdê-los
para a concorrência, depois de anos de investimento em treinamento e
qualificação.
Seguindo pela lógica, vejam que os
conhecimentos e a proficiência desenvolvida nos funcionários, são parte
patrimonial de uma empresa e ao se perder essa força motriz, naturalmente se
perde competitividade. Contudo, é natural que talentos lapidados alçarão novos vôos, até porque as
pessoas são fieis ao seu próprio bolso e a sua auto estima, bem como somos
“maquinas embaladas” por novos desafios.
A humanidade ainda é muito frágil em diferenciar o lado pessoal e o profissional, de forma que os empresários acreditam estar fazendo um favor aos funcionários quando os treinam. O ideal de pensamento seria darmos "asas para voar, raízes para voltar e motivos para ficar". para tanto é necessário investimentos e muito, mais muito mesmo, planejamento.
O mercado já entende que só cresce se fornecer
asas para voar aos nossos colaboradores, contudo ainda enxerga como um custo e
poucos o vêem como investimento.
Para consolo desses empresários é preciso
dizer que se a concorrência almeja por seus colaboradores, é porque sua empresa
é reconhecidamente competitiva e segue em um caminho estratégico planejado.
Então é preciso estabelecer políticas capazes de motivá-los a ficar, mesmo que o salário
seja inferior ao que a concorrência irá ofertar para tê-lo. É preciso lembrar que há uma via de mão dupla, onde também é possível buscar nas outras empresas gente capacitada.
Saber melhor fazer é um patrimônio!
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